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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Brasil x Japão altera horário do comércio em Natal

 


A partida entre Brasil e Japão, válida pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026, vai alterar o horário de funcionamento do comércio de Natal nesta segunda-feira (29). O confronto está marcado para as 14h (horário de Brasília), e lojas de rua, shoppings e supermercados adotarão expediente especial durante o período do jogo.

As mudanças foram divulgadas pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal). Segundo a entidade, a adequação do funcionamento acompanha a tradição adotada em partidas da seleção brasileira e busca conciliar o interesse do público pelo jogo com as atividades do comércio.

Confira como ficará o funcionamento do comércio

Comércio de rua

Alecrim

  • Funcionamento: 8h às 13h
  • Reabertura após o jogo: facultativa

Centro da Cidade

  • Funcionamento: 8h às 13h
  • Não reabre após a partida

Zona Norte

  • Fecha 30 minutos antes do jogo
  • Reabre 30 minutos após o término da partida

Shoppings

Midway Mall

  • Fechamento opcional das lojas: 13h30
  • Reabertura obrigatória: 16h30

Natal Shopping

  • Fechamento opcional das lojas: 13h30
  • Reabertura obrigatória: 16h30

Via Direta

  • Lojas, boxes, quiosques e praça de alimentação: 8h30 às 13h
  • Reabertura: 1 hora após o término do jogo

Partage Norte Shopping

  • Lojas e quiosques fecham 30 minutos antes da partida
  • Reabrem 30 minutos após o jogo
  • Praça de alimentação funciona normalmente, com transmissão da partida

Praia Shopping

  • Praça de alimentação e restaurantes: a partir das 11h
  • Demais lojas: 10h às 13h e das 17h às 22h
  • Moviecom: consultar programação da rede

Shopping Cidade Verde

  • Funcionamento: 10h às 13h
  • Reabertura: 1 hora após o fim da partida

Shopping Cidade Jardim

  • Lojas e quiosques: fecham às 13h30 e reabrem às 16h30
  • Alimentação: funcionamento normal durante o jogo, com transmissão nas varandas gourmet

Shopping 10

  • Funcionamento: 8h às 13h
  • Não reabre após o jogo

Supermercados

  • Fecham 1 hora antes do início da partida
  • Reabrem 15 minutos após o término do jogo

 


sexta-feira, 19 de junho de 2026

Álvaro Dias e a normalização das obras inacabadas ou "Inaugurar sem funcionar"

 

O que esperar de um gestor que considera "normal" e "natural" deixar obras inacabadas?


O que deveria ser motivo de preocupação para qualquer administrador público parece ser tratado com naturalidade pelo ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias. Ao comentar as críticas sobre obras inauguradas sem estarem plenamente concluídas, o pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte afirmou que é "normal" e "natural" que uma gestão inicie obras e outra as conclua.

A declaração teve como principal exemplo o Hospital Municipal de Natal. Inaugurado no final de 2024, durante sua gestão, o equipamento foi apresentado à população como uma grande conquista. No entanto, passados meses da solenidade de inauguração, a unidade ainda não recebeu pacientes e continua sem funcionar plenamente.

É verdade que obras públicas podem atravessar diferentes administrações. O que não pode ser tratado como normal é inaugurar equipamentos sem condições reais de atender à população apenas para cumprir calendário político ou produzir dividendos eleitorais.

As críticas não partem apenas de adversários políticos. Aliados do próprio grupo também questionam a forma como algumas obras foram entregues à população, como a vereadora Nina Souza, esposa do atual prefeito de Natal. Afinal, uma obra pública só cumpre sua finalidade quando está efetivamente funcionando e prestando serviço à sociedade.

Se Álvaro Dias entende como algo natural entregar obras sem conclusão e deixar para outros gestores a responsabilidade de colocá-las em funcionamento, o eleitor potiguar tem o direito de perguntar: caso seja eleito governador, também será normal deixar pendências e problemas para os sucessores resolverem?

A população não espera inaugurações simbólicas. Espera resultados concretos.

 


segunda-feira, 8 de junho de 2026

Mais Uma Fatura da Gestão Álvaro Dias Vem à Tona em Natal; Justiça Condena Município de Natal a Pagar Cachê de Taty Girl

 


Parece que, a cada novo capítulo que vem à tona, a gestão do ex-prefeito Álvaro Dias vai revelando detalhes que ajudam a explicar por que tanta gente ainda discute o seu legado administrativo.

Veja bem

Primeiro veio a novela da engorda de Ponta Negra, assunto que dividiu opiniões, gerou debates e continua rendendo comentários. Como se não bastasse, surgiu o cantor Beto Barbosa cobrando publicamente questões relacionadas à administração municipal. Agora, mais um episódio entra para a coleção de dores de cabeça deixadas para trás.

Desta vez, o enredo envolve a cantora Taty Girl

Segundo decisão da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, o Município foi condenado a pagar R$ 300 mil referentes a um show realizado durante o Natal em Natal 2024. O contrato previa o pagamento do cachê, a apresentação foi realizada, a documentação foi apresentada e, conforme reconheceu a Justiça, o valor não foi comprovadamente quitado.

A situação chama atenção porque parece roteiro de comédia administrativa: contrata o show, monta o palco, recebe a artista, anima o público, tira as fotos, divulga o evento e, quando chega a hora de pagar a conta, o compromisso simplesmente desaparece do mapa.

Segundo a ação

O valor chegou a ser empenhado e posteriormente estornado, o que só aumentou a curiosidade sobre os bastidores da operação. Para quem observa de fora, fica a impressão de que a organização financeira da gestão funcionava no estilo "depois a gente vê isso".

O mais curioso é que, durante meses, Taty Girl vinha reclamando publicamente da falta de pagamento de cachês por parte de algumas prefeituras, sem citar nomes. Agora, com a decisão judicial, uma parte dessa história ganha endereço conhecido.

Enfim

Enquanto isso, Natal, que deveria ganhar destaque pelas suas belezas naturais, pelo turismo e pelo potencial econômico, acaba voltando às manchetes por mais uma controvérsia administrativa. Não é exatamente o tipo de propaganda institucional que qualquer gestor sonharia em deixar como herança.

A impressão que fica é que algumas contas da antiga administração continuam chegando depois que as luzes do palco já foram apagadas. E, pelo visto, o espetáculo da gestão passada ainda está longe de encerrar sua temporada de reprises.

 


Com público estimado em 290 mil pessoas, Natal ja se garante entre os 5 maiores São João do Brasil

 

Dados demonstram que dos 5 maiores são João do Nordeste em 2025, 2 são realizando no estado do RN.

A capital potiguar em seu primeio final de semna junino ja demonstra que os festejos vierampra ficar. O primeiro fim de semana do São João de Natal reuniu cerca de 290 mil pessoas no polo Arena das Dunas, segundo dados divulgados pela Prefeitura de Natal. A programação, iniciada na sexta-feira 5, movimentou setores ligados ao comércio, turismo, transporte, alimentação e serviços, além de gerar oportunidades para trabalhadores formais e informais envolvidos na realização do evento.

De acordo com a Prefeitura, aproximadamente 20 mil pessoas participaram da programação na sexta-feira, 150 mil no sábado e outras 120 mil no domingo, totalizando cerca de 290 mil participantes nos três primeiros dias de festa.

Monitoramento e segurança

A estrutura de segurança do evento contou com atuação integrada das forças de segurança e monitoramento em tempo real por meio do Centro de Controle de Operações (CCO), coordenado pela Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes).

O sistema utiliza câmeras de videomonitoramento e drones para acompanhar áreas de maior circulação de público e permitir o acionamento das equipes quando necessário. Participam da operação a Guarda Municipal, Defesa Civil, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Corpo de Bombeiros Civil e equipes de segurança privada.

A edição deste ano também contou com treinamento integrado entre equipes de segurança privada e bombeiros civis para alinhamento dos procedimentos de atuação durante a programação.

Programação

Polo Arena das Dunas (Estacionamento)

13 de junho

  • Circuito Musical
  • Fagner
  • Zezé Di Camargo e Luciano
  • Zezo

14 de junho

  • Daniel Donato
  • Matheus e Kauan
  • Xand Avião
  • Léo Foguete

19 de junho

  • Israel Fernandes
  • Raynel Guedes
  • Bruno e Marrone
  • Nattan

20 de junho

  • Grafith
  • Seu Desejo
  • Jotavê
  • Kadu Martins

21 de junho

  • Messias Paraguai
  • Simone Mendes
  • Leonardo
  • Giullian Monte

Polo Nélio Dias

26 de junho

  • Roberto do Acordeon
  • Michele Andrade
  • Matheus Fernandes
  • Cláudio Ney e Juliana

27 de junho

  • Nathan Vinícius
  • Alinne Reis
  • Samira Show
  • Raça Negra

28 de junho

  • Chico Forrozeiro
  • Toca do Vale
  • Zé Cantor
  • Filho do Piseiro

 


quarta-feira, 22 de abril de 2026

Máquina Pública ou Projeto de Poder: O episódio entre Carla Dickson e Nina Souza expõe velha prática no RN, ou não?...

 


No quiproquó que envolveu a deputada Carla Dickson e a vereadora Nina de Sousa chama atenção porque expõe um problema que vai além de uma fala mal colocada ou de um pedido de desculpas: revela uma prática antiga e persistente — a instrumentalização da máquina pública para fins políticos.

No caso envolvendo Carla Dickson e Nina Souza, o recuo no discurso não apaga o ponto central. Ao contrário, reforça a percepção de que há um limite tênue — e frequentemente ultrapassado — entre gestão pública e articulação eleitoral.

No Nordeste, e de forma bastante visível no Rio Grande do Norte

Esse tipo de prática ganha contornos mais evidentes por fatores estruturais: forte dependência da população em relação ao poder público, redes políticas consolidadas e uma cultura histórica de personalização do poder. Isso cria um ambiente onde a máquina administrativa, mesmo sem violar explicitamente a lei, pode ser usada como ferramenta de influência política.

O problema não é apenas jurídico — é ético e democrático.

Quando a estrutura pública passa a servir, ainda que indiretamente, a interesses eleitorais, o princípio da igualdade de condições entre candidatos fica comprometido. Quem está dentro ou próximo do poder larga na frente, enquanto os demais disputam em desvantagem.

Portanto

A retratação da deputada ameniza o desgaste imediato, mas não resolve o cerne da questão. Pelo contrário: evidencia como o tema é sensível e, ao mesmo tempo, naturalizado. E é justamente essa naturalização que sustenta o problema — porque transforma o que deveria ser exceção em prática tolerada.

No fim, o episódio não é sobre um erro isolado de fala. É sobre um modelo político que ainda confunde gestão pública com projeto de poder — e que segue sendo pouco enfrentado com a seriedade que exige.

Moral da História

Ninguém, ninguém usou os meios de comunicação para dizer que o contexto externado pela deputada Carla Dickson não se trata da verdadedos fatos.

Nem muito menos a vereadora Nina, que usou a tribuna da CM de Natal para dizer que; “Acusar que a prefeitura está usando a máquina para me beneficiar é negar a minha história de vida, minha força de trabalho e minha legitimidade… e eu não vou permitir.”

 


sexta-feira, 17 de abril de 2026

Contratação de Mução por mais de R$ 1 milhão expõe contradições da gestão cultural em Natal

 


A gestão do prefeito Paulinho Freire volta ao centro de um debate delicado: a prioridade na aplicação de recursos públicos destinados à cultura.

A Secretaria Municipal de Cultura de Natal formalizou, por meio de inexigibilidade de licitação, a contratação da empresa 1912 Produções Artísticas Ltda para a realização de 16 apresentações do personagem Mução em bairros da capital. O valor total do contrato chama atenção: R$ 1,04 milhão.

Não se trata de questionar o sucesso popular do artista ou a relevância do entretenimento nos bairros. O problema é outro — e mais grave: a mensagem que essa escolha transmite diante da realidade enfrentada por artistas potiguares.

Relatos recorrentes do setor cultural apontam atrasos de pagamento que ultrapassam um ano para profissionais que já prestaram serviço ao município. São músicos, atores, produtores e técnicos que seguem aguardando o básico: o cumprimento de contratos já executados.

Diante desse cenário, a contratação milionária ganha outro peso. Para muitos, soa como um desrespeito. Um contraste difícil de justificar entre discurso e prática.

Um “tapa na cara” do artista local?

É assim que parte da classe artística tem classificado a decisão. E não sem motivo. Enquanto há promessa de valorização da cultura local, o que se vê na prática é a priorização de grandes contratos, sem que o passivo com os profissionais da terra seja resolvido.

A inexigibilidade de licitação, embora legal em casos específicos, não elimina a necessidade de transparência, equilíbrio e, sobretudo, sensibilidade na gestão dos recursos públicos.

Valorização seletiva?

A gestão municipal frequentemente reforça o compromisso com a cultura potiguar. No entanto, episódios como esse levantam um questionamento inevitável: essa valorização é real ou apenas retórica?

No fim das contas, a política cultural de uma cidade não se mede apenas pelos eventos que promove, mas pelo respeito que demonstra com quem constrói a cultura no dia a dia.

 


quinta-feira, 9 de abril de 2026

Natal na espera: ação que pode cassar mandato segue sem julgamento

 


Quando se trata de municípios menores, sem grande relevância política no cenário estadual, o processo anda com mais celeridade, as decisões são tomadas em prazos mais curtos e a resposta da Justiça Eleitoral tende a ser mais imediata. Isso levanta um questionamento legítimo: existe um tratamento desigual na condução de ações eleitorais dependendo do peso político dos envolvidos?

No caso em Natal

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte já reconheceu a validade das provas produzidas pelo Ministério Público Eleitoral, inclusive com respaldo das investigações conduzidas pelo GAECO. Ainda assim, o processo permanece travado na primeira instância, sob o argumento de aguardar o trânsito em julgado de todas as discussões sobre a legalidade do material.

Na prática

Essa decisão gera um efeito claro: o tempo passa, os mandatos seguem em curso e a resposta definitiva à sociedade é adiada. E aqui entra o ponto central — a morosidade, quando aplicada a casos dessa natureza, pode comprometer o próprio sentido da Justiça Eleitoral, que é garantir lisura e equilíbrio no processo democrático em tempo oportuno.

Dois pesos, duas medidas

O contraste com cidades menores reforça a percepção de que, quanto maior o peso político, maior também a complexidade — e, muitas vezes, a lentidão — das decisões. Não se trata apenas de volume processual, mas de impacto político, articulações e, inevitavelmente, maior pressão institucional.

Fica o questionamento: até que ponto essa espera prolongada atende ao interesse público? E mais — qual é o limite entre o direito à ampla defesa e o uso de recursos como estratégia para postergar decisões que deveriam ser céleres?

Por fim

Quem perde é o eleitor, que segue sem uma resposta concreta sobre a legitimidade do processo eleitoral que escolheu seus representantes.

 


segunda-feira, 6 de abril de 2026

Natal: Ponta Negra desmente discurso de gestão eficiente de Álvaro Dias

 


O discurso do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, de que realizou uma gestão exemplar e “cuidou da cidade como nenhum outro”, começa a ruir diante dos fatos mais recentes registrados na capital potiguar.

Pois bem

As chuvas que atingiram Natal nos últimos dias escancararam problemas estruturais graves, especialmente na Praia de Ponta Negra, um dos principais cartões-postais do estado. Imagens feitas por drone mostram uma erosão acentuada na faixa de areia, com a formação de grandes valas — fenômeno conhecido como voçoroca — nas proximidades do Morro do Careca.

O cenário levanta questionamentos inevitáveis sobre a efetividade da chamada “engorda” da praia, uma obra milionária que prometia ampliar a faixa de areia e melhorar a infraestrutura da região. Na prática, o que se vê é a repetição de problemas antigos, agravados por falhas no sistema de drenagem, especialmente em períodos de chuvas mais intensas.

Deputada se pronuncia

A deputada federal Natália Bonavides criticou duramente a situação, destacando a ausência de um sistema eficiente de drenagem na área do Morro do Careca — um problema já apontado, inclusive, por relatórios do Ministério Público Federal. Segundo ela, a obra teria priorizado impacto visual e político, sem resolver a raiz do problema.

Números

Diante disso, o discurso de eficiência administrativa perde força. Quando uma intervenção que custou mais de R$ 100 milhões não suporta as primeiras adversidades climáticas, o que está em jogo vai além da obra em si — envolve planejamento, responsabilidade e compromisso com o dinheiro público.

Portanto

Se a intenção do ex-prefeito é levar para o interior do Rio Grande do Norte a narrativa de uma gestão modelo, a realidade de Ponta Negra se impõe como um contraponto difícil de ignorar. Mais do que promessas e marketing, a população cobra resultados concretos — e eles precisam resistir ao tempo, à chuva e aos fatos.

 


sexta-feira, 27 de março de 2026

Noite de terror em Natal: ônibus incendiados, tiros e barricadas espalham medo

 


Ataques a ônibus, tiros, barricadas. A noite de quinta-feira (26) foi marcada por ataques criminosos nos bairros de Mãe Luiza, na Zona Leste, e na Vila de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal.

Pelo menos dois ataques a ônibus foram registrados. Um carro também foi incendiado. O primeiro caso ocorreu por volta das 17h, na Avenida João XXIII, uma das principais vias de Mãe Luiza. Um ônibus da linha 33 foi alvo de tentativa de incêndio.

Cronograma dos atos ocorridos

De acordo com a Polícia Militar, quatro suspeitos tentaram atear fogo no veículo. No momento da ação, policiais da Rocam passavam pelo local e conseguiram intervir, evitando que o ônibus fosse destruído. Ninguém ficou ferido.

Pouco tempo depois, criminosos também atearam fogo em um trecho da Rua Trairi com a Avenida João XXIII. Marcas do incêndio ficaram visíveis no asfalto. Após as ocorrências, a Polícia Militar realizou patrulhamento na região.

Já durante a noite, um novo ataque foi registrado na Vila de Ponta Negra, na Zona Sul da capital. Vídeos feitos por moradores mostram um ônibus completamente em chamas ao lado da Paróquia São João Batista.

Em outro vídeo divulgado nas redes sociais, homens aparecem soltando fogos de artifício e comemorando o incêndio. Segundo moradores, o ônibus fazia a linha 54 e ficou completamente destruído. Além do coletivo, um carro particular também foi incendiado pelos criminosos.

Em outro ponto da Vila de Ponta Negra, criminosos fizeram uma barricada com pneus, móveis e restos de madeiras. Eles atearam fogo nesses materiais e bloquearam completamente a Rua Francisco Simplício.

Nota da PM 

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN) informou, em nota oficial, que os ataques registrados nesta quinta-feira (26), em Natal, são tentativas de intimidação por parte de grupos criminosos para forçar o recuo da corporação, que vem realizando ações contra o crime organizado no local.

Durante os ataques, um ônibus foi atacado após uma troca de tiros entre homens armados e policiais militares na Vila de Ponta Negra, no bairro de Ponta Negra, na zona Sul da capital potiguar. Segundo a PM, a ocorrência aconteceu quando os suspeitos atiraram contra policiais militares da Força Tática do 5º BPM.

 


terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Curto-circuito em máquina de solda provocou incêndio em estátua de santa, diz artista responsável

 


O incêndio de grandes proporções, registrado na tarde desta terça-feira (24) na imagem de Nossa Senhora de Fátima, em construção na zona Norte de Natal, foi provocado por um curto-circuito em uma máquina de solda. A informação foi confirmada pelo artista responsável pela obra à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra).

“No processo de fabricação, as peças ainda não estão finalizadas, não estão preparadas. Teve um curto na máquina de solda e infelizmente aconteceu isso aí. A gente lamenta a situação, mas tranquilizar o povo de Natal que as peças que foram danificadas rapidamente vamos construí-las e continuar a montagem”, disse Ranilson Viana, artista responsável pela obra.

No momento do ocorrido, funcionários da equipe do artista trabalhavam no local. Um deles sofreu ferimentos e recebeu atendimento médico. De acordo com a tenente Maria, do Corpo de Bombeiros, a vítima teve queimaduras de 1º e 2º grau.

Ainda segundo a Seinfra, o artista responsável pela obra também informou que se responsabilizará integralmente pela recuperação da imagem e que retomará os serviços tão logo a estrutura permita, sem qualquer prejuízo financeiro para o município.

 


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Redinha recebe 60 mil foliões no segundo dia de Carnaval na Avenida da Alegria

 


O Polo Avenida da Alegria, na Redinha, se consolidou como um dos principais palcos do Carnaval de Natal neste domingo 15. Durante o segundo dia da programação, o público conferiu apresentações de Raí Saia Rodada, Capilé e Ricardo Chaves, com uma mistura de ritmos nordestinos que atraiu cerca de 60 mil pessoas à Zona Norte da capital.

O prefeito Paulinho Freire destacou a relevância do local para eventos de grande porte. “Descobrimos um espaço ideal para receber atividades durante todo o ano, não apenas no Carnaval. Natal entra de vez no circuito nacional da festa, beneficiando moradores e atraindo turistas”, afirmou.

Raí Saia Rodada comentou a energia do público local e a diversidade do repertório. “É sempre um prazer voltar a Natal, que sentimos como nossa casa. A Redinha nos acolhe muito bem. Apresentamos um repertório variado, com forró e o ‘saia elétrica’, novidade por aqui”, disse o artista.

Ricardo Chaves também celebrou o retorno. “O Carnaval em Natal já faz parte da minha agenda. Voltar e reencontrar o público foi uma experiência muito positiva”, comentou.

A programação na Avenida da Alegria segue nesta segunda-feira 16, a partir das 14h, com shows de Tony Salles, Capilé e Banda Dubê.

 


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

O retrato da gestão em Natal: R$ 125 milhões em eventos e R$ 110 milhões faltando para a saúde:

 


As prioridades do prefeito de Natal, Paulinho Freire, ajudam a explicar a fragilidade da gestão na área da saúde da capital potiguar.

Veja o contraste.

Enquanto a Prefeitura alega faltar cerca de R$ 110 milhões para concluir e colocar em funcionamento o Hospital Municipal de Natal, foi firmado um contrato que pode chegar a R$ 125 milhões para montagem de palcos e estruturas para eventos e festas.

Ou seja:
um único contrato voltado para entretenimento seria suficiente para finalizar um hospital inteiro, um equipamento essencial e que faz falta diariamente, sobretudo para a classe trabalhadora que depende do SUS.

A escolha é política.
E as consequências recaem sobre quem espera por atendimento, leitos, exames e dignidade no sistema público de saúde.

 


sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Câmara de Natal aprova empréstimo de R$ 660 milhões; oposição critica endividamento crescente

 


A Câmara Municipal de Natal aprovou, nesta quinta-feira (11), em regime de urgência, a autorização para que a prefeitura contraia um novo empréstimo de até R$ 660 milhões junto ao FGTS. Com esse empréstimo, somado a outros já aprovados neste ano, o Executivo municipal acumula mais de R$ 1 bilhão de dívida com instituições financeiras em 2025.

O projeto de lei, que passou por uma votação tumultuada, foi aprovado em primeira votação na terça-feira (9) e ratificado na quinta. Agora, aguarda a sanção do prefeito Paulinho Freire (União) para se tornar lei. De acordo com os vereadores da base governista, o montante será destinado a obras de infraestrutura, mobilidade urbana, transporte e acessibilidade, além de alavancar o turismo da capital potiguar.

Contudo, a necessidade de recorrer a tamanha quantia em empréstimos para investimentos em projetos como o Pró-Cidade, Pró-Moradia e Pró-Transporte levanta sérias questões sobre a saúde fiscal do município. A oposição, representada pelos vereadores Samanda Alves (PT) e Daniel Valença (PT), se posicionou contra a aprovação do empréstimo, demonstrando preocupação com a crescente dívida da cidade. Eles questionam a eficiência do uso de recursos públicos em um momento de instabilidade econômica e apontam que o endividamento crescente pode resultar em dificuldades financeiras no futuro, comprometendo serviços essenciais para a população.

É fundamental que a gestão pública analise com mais profundidade os impactos de uma dívida tão vultosa no orçamento municipal e se o retorno das obras prometidas, muitas delas essenciais, será, de fato, superior aos custos a longo prazo. O financiamento pode ser necessário, mas é preciso que se observe mais rigorosamente sua real necessidade e a capacidade de cumprimento de compromissos futuros. A cidade de Natal precisa de mais do que promessas de infraestrutura, precisa de responsabilidade fiscal.

 


segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Natal publica edital para contratação de 1.050 profissionais temporários na Saúde com salários de até R$ 3,7 mil

 


A Secretaria Municipal de Saúde de Natal publicou, nesta segunda-feira (8), no Diário Oficial do Município, um edital que abre Processo Seletivo Simplificado para contratação temporária de 1.050 profissionais que irão atuar na Rede de Atenção à Saúde da capital.

O edital prevê salários entre R$ 1.518 a R$ 3.732,19, conforme a formação e a carga horária (30h ou 40h). Segundo a prefeitura, no caso da enfermagem, a remuneração total vai observar o Piso Nacional da Enfermagem. O valor complementar será pago com recursos do Ministério da Saúde.

Contratações na educação

A Prefeitura também tem seleção aberta para contratação de 247 professores temporários na rede municipal de educação. O processo foi publicado em uma edição extra de sexta-feira (5). Os candidatos aprovados vão ter jornada semanal de 30 horas e remuneração mensal de R$ 3.650,82. As inscrições foram abertas nesta segunda (8) e seguem até 12h da sexta (12).

Contratações na saúde

Segundo a prefeitura, a medida atende à "necessidade temporária de excepcional interesse público", garantindo a continuidade dos serviços. A contratação terá prazo de até um ano, podendo ser prorrogada por mais um.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente por meio do Formulário Eletrônico disponível no site oficial da Prefeitura do Natal, na página da Secretaria Municipal de Saúde, no período de 9 de dezembro até as 23h59 do dia 11 de dezembro de 2025.

Contratações na educação

A Prefeitura também tem seleção aberta para contratação de 247 professores temporários na rede municipal de educação. O processo foi publicado em uma edição extra de sexta-feira (5). Os candidatos aprovados vão ter jornada semanal de 30 horas e remuneração mensal de R$ 3.650,82. As inscrições foram abertas nesta segunda (8) e seguem até 12h da sexta (12).

Contratações na saúde

Segundo a prefeitura, a medida atende à "necessidade temporária de excepcional interesse público", garantindo a continuidade dos serviços. A contratação terá prazo de até um ano, podendo ser prorrogada por mais um.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente por meio do Formulário Eletrônico disponível no site oficial da Prefeitura do Natal, na página da Secretaria Municipal de Saúde, no período de 9 de dezembro até as 23h59 do dia 11 de dezembro de 2025.

 


Fonte - G1RN

sábado, 6 de dezembro de 2025

Quando se avalia o desfecho político da última eleição na capital potiguar, a sensação é clara: por lá, o “côco é seco”

 


Tomou conta da imprensa a divulgação da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE nº 0600440-31.2024.6.20.0004), movida pelo Ministério Público Eleitoral, que acusa o ex-prefeito Álvaro Dias, o atual prefeito Paulinho Freire, a vice Joanna Guerra, os vereadores Daniell Rendall e Irapuã Nóbrega e o diretor da ARSBAN, Victor Matheus Diógenes, de transformar a Prefeitura do Natal em um grande comitê eleitoral em 2024.

Segundo as informações tornadas públicas, o MP Eleitoral pede cassação de mandatos e inelegibilidade por oito anos, por suposto abuso de poder político e econômico.

Os relatórios técnicos do GAECO 

Estão reunidos no extenso PDF anexado ao processo — descrevem um verdadeiro “sistema de coerção” que atravessaria diferentes setores da administração municipal: ARSBAN, SEMSUR, SME, SEMTAS, SEMIDH, entre outros.

O método seria repetido à exaustão, bem familiar ao cenário político de tantos cantos do Brasil:

Pressão sobre comissionados e terceirizados, uso de grupos oficiais de WhatsApp para convocar atos de campanha, listas de presença, ameaças de demissão e utilização da máquina pública para favorecer candidatos governistas.

“Toma lá, dá cá”

Essa AIJE apenas escancara uma realidade conhecida, especialmente no Nordeste: eleições conduzidas à base do “toma lá, dá cá”, da chantagem velada e da dependência política que humilha servidores e ameaça a autonomia do eleitor.

O velho ditado diz que “os fins justificam os meios”. Mas já passou da hora de romper com essa lógica que intimida, corrói a democracia e transforma a política em barganha. O eleitor brasileiro merece respeito — e não um sistema que o envergonha.

 


quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Prefeitura quer construir 25 creches através de Parceria Público-Privado

 


A Prefeitura de Natal quer construir e garantir a manutenção de 25 centros municipais de educação infantil (CMEIs) por meio de parceria público-privado.

A iniciativa foi divulgada a partir da assinatura de um acordo, nesta quarta-feira (26), entre as secretarias municipais de Educação e de Parcerias, Concessões, Empreendedorismo e Inovações.

Segundo a prefeitura, o projeto de estruturação da nova PPP voltada à educação infantil é uma iniciativa estratégica para ampliar e modernizar a rede municipal e conta com apoio técnico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e acompanhamento do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal.

Com a assinatura do contrato, tem início a fase de estruturação do projeto que deverá atender diferentes bairros da cidade, priorizando áreas com maior déficit de vagas.

Educação

A iniciativa deve ampliar a oferta de atendimento, substituir unidades que atualmente funcionam em prédios alugados e garantir espaços modernos e acessíveis.

O prefeito Paulinho Freire (União) destacou que a meta da gestão é ampliar o modelo até que mais da metade das creches funcione em regime de parceria público-privada até o final do mandato.

O secretário da Sepae, Arthur Dutra afirmou que este é o primeiro grande projeto de PPP conduzido pela administração municipal e considerou que a qualidade das informações produzidas pela Secretaria de Educação foram determinantes para o avanço da modelagem do projeto.

Dutra também explicou que as etapas técnicas já estão em andamento e que equipes municipais e parceiros realizaram visitas a unidades escolares para conhecer de perto a infraestrutura existente.

Ele reforçou que esse diagnóstico inicial permitirá que as novas creches sejam projetadas de acordo com as necessidades específicas da cidade, garantindo ambientes adequados às crianças e ao funcionamento da rede.

Como vai funcionar

Embora o projeto ainda esteja na fase de estudos, Arthur Dutra explicou que a ideia é que o município centralize a construção e manutenção dos prédios em um único contrato longo, de aproximadamente 20 anos.

A empresa ou consórcio vencedor da licitação deverá contruir e realizar as manutenções necessárias nos prédio ao longo do período. A gestão escolar continuará sob domínio do poder público.

“A vantagem desse modelo é que quem vai construir vai fazer manutenção. Então ele vai construir de uma forma que atenda a necessidade da prefeitura, mas que não tenha tanta despesa com manutenção. A prefeitura vai ser o gestor desse contrato da construção e da manutenção dessas unidades e a gestão escolar vai ficar desonerada da obrigação de ficar fazendo manutenções. O diretor de escola não vai ficar mais preocupado com ar-condicionado, refrigeração, vazamento, porque ele vai demandar a empresa que tem a gestão da unidade”, afirmou.

Segundo o secretário, ainda não há estimativa de valor do projeto. Ele também considerou que outra vantagem do projeto é a centralização dos contratos. Atualmente, afirma, o município mantém diversos contratdos com empresas para construir e manter estruturas.

Os trabalhos que antecedem a publicação da licitação estão em andamento e envolvem levantamento atualizado da demanda por vagas, estudos arquitetônicos e de engenharia, revisão econômico-financeira e jurídica da modelagem, consultas e audiências públicas e análise pelo Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas.

 

 

G1 RN

 


quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Tumulto marca protesto na Prefeitura de Natal: movimentos sociais cobram prefeito Paulinho Freire por ações urgentes em moradia, acolhimento a mulheres vítimas de violência e ampliação de creches

 


O episódio registrado na Prefeitura de Natal expõe mais do que um simples desencontro entre manifestantes e a Guarda Municipal — revela o afastamento crescente entre gestores públicos e as demandas reais das comunidades que deveriam ser prioridade. Quando movimentos como o Olga Benario e o MLB precisam recorrer à pressão direta para serem ouvidos, fica evidente que algo está fora do lugar na lógica administrativa.

As reivindicações apresentadas — ampliação de creches, criação de casas de acolhimento para mulheres vítimas de violência e políticas de moradia digna — não são favores, mas obrigações básicas de qualquer gestão comprometida com proteção social. Ainda assim, seguem sendo tratadas por muitos governos como pautas periféricas, empurradas para depois, discutidas apenas quando a população ocupa as portas do poder.

O tumulto desta terça-feira deveria servir de alerta para gestores deste rincão brasileiro: a ausência de diálogo não apaga problemas, apenas os transforma em crises. Ignorar movimentos sociais, criminalizar a mobilização e evitar o debate é uma forma de administrar que insiste em sobreviver, mas não cabe mais em uma sociedade que exige transparência, escuta e responsabilidade.

Se prefeitos e secretários querem evitar cenas como as vistas em Natal, o caminho é simples: abrir as portas para o diálogo, reconhecer a legitimidade das pautas populares e tratar políticas sociais como investimento, não como peso. Porque, no fim, a verdadeira desordem não está no protesto — está na omissão.

Veja o video



 


quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Câmara de Natal descumpre decisão judicial e caso Brisa Bracchi caminha para a “pizza” anunciada

 

Euqipe de Brisa comemorando suposto resultado final

O desenrolar do processo contra a vereadora Brisa Bracchi expôs, mais uma vez, a fragilidade institucional e a falta de seriedade que tomou conta da Câmara Municipal de Natal. O reconhecimento, por parte do desembargador Dilermando Mota, de que a Casa Legislativa descumpriu a decisão do Tribunal de Justiça, não é apenas um detalhe jurídico — é um retrato claro de como a política local insiste em operar na base do improviso, da disputa rasa e da desobediência às regras do jogo.

Entenda

O advogado da vereadora, Fabrício Bruno, foi direto ao ponto: ao ignorar a ordem judicial que suspendia a sessão, a Câmara perdeu o prazo legal para concluir o processo e, inevitavelmente, a denúncia deverá ser arquivada. Ou seja, a cassação que vinha sendo tratada como certa por alguns setores da política natalense esbarra agora no próprio descontrole da instituição que pretendia executá-la.

E é aqui que surge a crítica que precisa ser feita sem meias palavras: quando o Legislativo municipal se permite cometer erros básicos, desrespeitar decisões judiciais e atropelar procedimentos, não é apenas o processo que desmorona, é a credibilidade da Casa. O “erro técnico” vira muleta para justificar o que, na prática, revela desorganização, precipitação e, para muitos, até mesmo conveniência.

A tão comentada “pizza” retratada nesse blog não surgiu do nada.

Ela é fruto de uma condução política marcada por atropelos e por uma ânsia de protagonismo que muitas vezes ignora o próprio regimento. O resultado é este: um caso que poderia ter sido enfrentado com seriedade, transparência e debate político legítimo termina desmoronando pela porta dos fundos, sem conclusão e sem responsabilidade assumida.

No fim das contas

Quem perde é a cidade. Porque quando a Câmara demonstra despreparo naquilo que deveria ser sua função básica — respeitar a lei e conduzir seus processos com rigor — o recado ao cidadão é simples e doloroso: não dá para esperar muito de quem não consegue cumprir nem o mínimo.

 


Com sucessivas suspensões, julgamento de cassação de Brisa Bracchi vira novela na Câmara de Natal e já cheira a pizza

 


O que deveria ser conduzido com seriedade e sob o peso das denúncias virou, na prática, um roteiro digno de novela mexicana na Casa Legislativa da capital potiguar.

Pois é

A Câmara Municipal de Natal teve de remarcar pela segunda vez a sessão que decidiria a cassação do mandato da vereadora Brisa Bracchi (PT).

Entenda

A primeira sessão estava marcada para terça-feira (18), às 9h, mas acabou suspensa ainda nas primeiras horas da manhã por determinação do desembargador Cornélio Alves, do TJRN.

Na sequência, a Câmara remarcou tudo para quarta-feira (19). Resultado? Nova suspensão — agora por ordem do juiz Artur Cortez Bonifácio, da 2ª Vara da Fazenda Pública.

Quer dizer…

Quando uma pauta tão séria vira alvo de idas, vindas, recuos e liminares, a impressão que fica é uma só: o enredo está ganhando contornos de pizza pronta para sair do forno.

 


sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Câmara de Natal deverá convocar suplentes em processo que pode cassar Brisa Bracchi

 

Júlia Arruda e Albert Dickson serão convocados para sessão de julgamento


A novela política envolvendo a vereadora Brisa Bracchi (PT) ganhou um novo capítulo. A Comissão Especial Processante, presidida pela vereadora Anne Lagartixa (Solidariedade), confirmou que dois suplentes serão convocados para participar da votação final que pode definir o futuro do mandato de Brisa na Câmara Municipal de Natal.

Segundo Anne, o Regimento Interno obriga a substituição de vereadores que estejam impedidos de votar. No caso, são dois:

  • Brisa Bracchi, por ser a própria interessada no processo;
  • Matheus Faustino (União), autor da denúncia que deu origem ao procedimento.

Com isso, devem ser chamados os suplentes:

  • Júlia Arruda (PCdoB), no lugar de Brisa;
  • Albert Dickson (União), no lugar de Matheus.

A presidente da comissão explicou que a convocação deve ser feita pelo presidente da Câmara, Eriko Jácome (PP), e que não há margem para manobras:

“É obrigatório. Assim que a gente marcar a data do julgamento, já é feita a convocação. Não tem a possibilidade de não acontecer”, afirmou Anne em entrevista a uma rádio da capital.

Vale destacar um ponto que acende o alerta político: Júlia Arruda, suplente de Brisa, é justamente quem assume definitivamente a cadeira caso a petista seja cassada. Ou seja, o destino do mandato passa a depender de uma votação onde a substituta natural estará sentada na cadeira de suplente.