Shortlink

” Quem quiser espernear que espernei, quem quiser criticar que critique, quem quiser proibir que proíba, mas o carnaval de Macau é maior que qualquer recomendação”

boa boa 1

Domingo em Macau

Domingo em Macau

rei

Foi desta forma que Ana Luiza, Moradora de Natal, identificou a força do carnaval de Macau, ao ver em torno de 20 mil foliões, em pleno domingo, sendo arrastados por mais de 15 paredões. A cidadã natalense verbalizou tudo que pensa o cidadão macauense. O carnaval é do povo, é uma manifestação popular e não existe alguém na face da terra que derrube a vontade do povo quando realizado dentro da lei.

boa boa

Domingo nas ruas de Macau

Domingo nas ruas de Macau

rei1

O carnaval de Macau acontece de forma tranquila, respeitosa, onde cada macauense reconhece o ombro amigo que bate às suas costas identificando saudade de tempos atrás.

Torô Torô

O bloco Torô Torô reflete essa força da juventude salineira, somente o seu paredão arrastou aproximadamente  3 mil foliões nesse domingo.

rei 3 rei 4 rei 6

Uma festa popular que  além de conjecturas jurídicas, políticas e pessoais, o macauense demonstrou que o carnaval é seu patrimônio e quem deve gerir o bem estar do seu povo é a sua própria gente. Pois só o povo organizado tem noção da dimensão da força que possui. Isso foi demonstrado nas ruas salineiras sem intimidar, coagir, desrespeitar nenhuma lei pública municipal.

Depois eu Digo

rei2 rei5

” Hoje enxergamos a força do carnaval de Macau. Mais de 15 mil foliões sendo puxados por 15 paredões, cada qual com sua musica, cada qual com seu grupo, cada qual reverenciando o nosso carnaval. Quer festa melhor que essa?” Disse Edgar, diretor do Bloco Depois eu Digo.

Enfim

Para quem pensava que os embates jurídicos, políticos e  pessoais iriam afastar o folião salineiro de fazer valer a conquista de todo um povo, se enganou.

O povo foi às ruas para se fazer compreender, que:  “O carnaval é nosso, é do povo macauense, adquirimos essa identificação a duras penas. Então é interessante fazer valer a vontade popular, patrimonial  e social dessa conquista. Nós,  o povo, mesmo sem os conhecimentos jurídicos necessários  procuramos realizar uma  folia respeitando as  instituições de justiça  macauense. E essa realização foi composta com força, esperança,  folia e frevo nas ruas de Macau. Mas com um porém, o carnaval deve ser repensado para um futuro próximo; nos readequando, nos reinventando sem que seja necessário termos que nos valer de paredões para viver nosso maior produto cultural que nos enche de orgulho, nosso carnaval. ”

* Fotos Nilton Marcelino( Gringo Fitas)

     Seja o Primeiro a Comentar