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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Governo libera R$ 330 milhões para segurar preço do gás de cozinha

 


Uma medida provisória publicada nesta terça-feira (28) abre crédito extraordinário de R$ 330 milhões para subsidiar a importação de gás de cozinha, em meio à alta dos preços provocada pelo cenário internacional.

O recurso será usado para garantir que o gás liquefeito de petróleo (GLP) importado seja vendido no Brasil pelo mesmo preço do produto nacional, evitando repasses mais elevados ao consumidor final.

A medida faz parte de um pacote anunciado no início de abril para conter os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis. O conflito elevou o preço do petróleo no mercado internacional, o que pressiona diretamente o custo do gás e do transporte.

Na ocasião, o governo anunciou um subsídio de R$ 850 por tonelada para o produto importado. A medida busca equiparar o preço ao GLP nacional e reduzir o impacto no custo do gás de cozinha, especialmente para famílias de baixa renda.

Compensação

Na prática, o subsídio funciona como uma compensação: o governo cobre parte do custo da importação para que distribuidoras não precisem repassar integralmente a alta ao consumidor.

Segundo o Palácio do Planalto, o objetivo é proteger o orçamento das famílias, especialmente as de baixa renda, que são mais afetadas por aumentos no preço do botijão.

A subvenção vale, inicialmente, para o período de 1º de abril a 31 de maio, podendo ser prorrogada por mais dois meses, dependendo da evolução dos preços no mercado internacional.

 


Agencia Brasil*


quinta-feira, 9 de abril de 2026

Reajuste no gás de cozinha pressiona inflação e deve reduzir consumo das famílias

 


O novo reajuste no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) já começou a ser repassado às distribuidoras e deve chegar ao consumidor final nos próximos dias, com impacto estimado entre R$ 8 e R$ 9 por botijão. O aumento médio na cadeia foi de R$ 7,11, refletindo pressões tanto no custo do produto quanto na logística de distribuição.

A expectativa do setor é que o efeito seja percebido de forma mais ampla a partir desta quinta-feira 9, à medida que os estoques antigos forem sendo substituídos por novas cargas com preços reajustados. No mercado, a projeção é de que o botijão passe a ser comercializado na faixa entre R$ 120 e R$ 125, a depender da região e da estrutura de distribuição.

O movimento de alta ocorre em um contexto de elevação dos custos energéticos e logísticos, com destaque para o encarecimento do diesel, insumo essencial para o transporte do produto. Como toda a cadeia de distribuição depende de frete rodoviário, o aumento do combustível amplia o custo marginal e pressiona o repasse ao consumidor final.

Além disso, fatores externos, como tensões geopolíticas que impactam o mercado internacional de energia, contribuem para a volatilidade dos preços e reforçam o viés de alta no curto prazo.

A elevação do preço do GLP tende a afetar diretamente o consumo das famílias, sobretudo nas faixas de renda mais baixa, onde o item representa parcela relevante do orçamento doméstico. A expectativa no setor é de retração da demanda, em linha com a redução do poder de compra em um ambiente de custos elevados.

 


terça-feira, 6 de maio de 2025

Preço do gás de cozinha aumenta R$ 4 a partir desta quarta (7) no RN, diz sindicato

 


Segundo o presidente da entidade, Ivo Lopes, o aumento será efeito de um reajuste de R$ 2,73 repassado pelas distribuidoras sobre o valor do produto entregue no estado.

Por causa do aumento dos custos, o preço do botijão de 13 kg poderá chegar a uma média de R$ 120.

"Para o consumidor final, o aumento vai ser de aproximadamente R$ 4. O preço médio, que hoje está em R$ 115, vai para R$ 119 ou até R$ 120", explicou.

O aumento anunciado pelas distribuidoras começou nesta terça-feira (6), mas só deve ser sentido pelo consumidor final na quarta (7), segundo o sindicato.

As distribuidoras informaram aos revendedores que o reajuste é causado pelos sucessivos aumentos nos custos de compra do GLP, decorrentes de leilões mensais realizados pela Petrobras desde a mudança em sua política de precificação em novembro de 2024.

 


quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Petrobras reduz preço do gás de cozinha pago pelas distribuidoras



Da Agência Brasil

A Petrobras anunciou no início da noite desta quarta-feira (16) que vai reduzir o preço médio de venda do gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, a partir desta quinta-feira (17).


O preço pago pelas distribuidoras será reajustado de R$ 3,7842 por quilo (kg) para R$ 3,5842/kg. Isso equivale a R$ 46,59 por botijão de 13kg, ou uma redução média de R$ 2,60 por 13 kg.


A Petrobras afirma que a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a sua prática de preços.


Segundo a estatal, o objetivo é buscar o equilíbrio dos seus preços com o mercado sem o repassar para os preços internos a volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio.


quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Petrobras reduz preço do gás de cozinha para distribuidora

 



A Petrobras reduziu em 4,7% o preço do gás de cozinha para as distribuidoras. O preço médio de venda deste importante item no dia a dia da dona-de-casa será de R$ 4,03 por quilo, passando a custar R$ 52,34 o botijão de 13 quilos. Trata-se de uma redução média de R$ 2,60 por vasilhame, valor que fará diferença no bolso do consumidor no final do mês. 


Em nota, a Petrobras destaca que a redução é coerente com a prática de preços da companhia, buscando o equilíbrio dos seus preços com o mercado. Fundadora do Instituto Soaper de Treinamentos de Desenvolvimento Profissional e Pessoal, Aline Soaper faz um alerta aos consumidores na hora de comprar o gás. 


“O consumidor deve ficar atento para saber se a distribuição vai representar essa diminuição também. Os vendedores têm liberdade para colocar seus próprios preços e pode acontecer de, um ou outro, não respeitar o preço com essa redução e a pessoa continuar pagando o mesmo preço ou até mais caro do que pagaria antes da redução da Petrobras”, diz a educadora financeira. “É importante, na hora de comprar, que o consumidor pesquise o preço, faça consulta em mais de um distribuidor para saber se esse desconto realmente vai chegar na casa dele, por que isso vai representar uma economia no final do mês”, observa a especialista. 

 


terça-feira, 3 de maio de 2022

Potigás afirma que aumento no gás não afeta mercado potiguar

 

Desde o domingo passado (1º) que o custo do gás natural no Brasil  está mais caro. A Petrobras anunciou, no fim da semana passada, que faria um reajuste de 19% no valor do metro cúbico do combustível, em relação ao preço do trimestre apurado entre fevereiro e abril. A decisão, no entanto, não deve afetar o mercado do Rio Grande do Norte.

 

Pelo menos é o que aponta a Companhia Potiguar de Gás, a Potigás. Em comunicado emitido nesta segunda-feira (2), a empresa estatal comentou que o aumento indicado pela Petrobras não afetará os preços de venda de gás natural porque o fornecedor local é a Potiguar E&P.

 



quinta-feira, 28 de abril de 2022

Gás de cozinha já custa quase 10% do salário mínimo, valor passando dos R$ 113

 


O botijão de gás de 13 quilos já custa quase 10% do salário mínimo. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o botijão foi vendido em média a R$ 113,24 na última semana, o equivalente a 9,3% do salário, hoje em R$ 1.212.


Na média mensal, segundo o Observatório Social da Petrobras, organização ligada à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), o preço do botijão chegou a R$ 113,48, alcançando o maior valor real da série histórica, que tem início em julho de 2001.


O valor é mais do dobro do auxílio gás pago pelo governo federal às famílias de baixa renda: previsto para bancar metade do preço de um botijão, o benefício hoje é de R$ 51 – 44,5% do preço médio.


Segundo o economista Eric Gil Dantas, do OSP e do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps), o gás de cozinha voltou a comprometer o salário mínimo na mesma proporção de 2007.“Nesses 15 anos, com a manutenção do preço do gás de cozinha e a valorização do salário mínimo essa proporção foi caindo, mas houve uma inversão em 2017 com a alta dos valores do GLP e o aumento real do salário mínimo”, ressalta.


Ele apontou, ainda que a situação fez crescer o uso da lenha para cozinhar entre os brasileiros: a partir de 2017, ela superou o GLP. "E, em 2020, esse consumo já era 7% maior do que o de GLP”, afirma o economista.



Fonte: G1




sexta-feira, 11 de março de 2022

Valor do gás de cozinha sobe nesta sexta e pode chegar a R$ 130

 


O preço do botijão de gás de cozinha vai aumentar nesta sexta-feira (11) no Rio Grande do Norte. De acordo com o Sindicato dos Revendedores Autorizados de Gás Liquefeito de Petróleo (Singás-RN), o preço do botijão vai variar de R$ 125 a R$ 130 no estado.


O valor vai sofrer novo reajuste em função do aumento de 16,1% para as distribuidoras, anunciado pela Petrobrás na quarta-feira (9). Segundo a estatal, o preço passará de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg.


De acordo com o presidente do Singás-RN, Francisco Correia, o preço vai ser reajustado nesta sexta-feira (11).


Ele reconhece que o aumento gera muita reclamação dos consumidores. “Nos últimos meses houve um aumento de mais de R$ 40 no preço do botijão. Realmente para a população que ganha um salário mínimo é muito difícil e a reclamação é muito grande. A insatisfação das classes C, D e E é enorme. A gente vê, inclusive, muita gente que está cozinhando à lenha por causa dessa dificuldade”, disse Francisco.


G1 RN