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| Zona Rura: EM João Felipe |
Enquanto muitos municípios ainda
tratam a saúde mental dentro das escolas apenas como tema de campanhas
pontuais, Pendências vem tentando transformar o acolhimento em uma prática
permanente da educação municipal.
A gestão da prefeita Dra. Lays
tem dado atenção a uma questão que, durante muito tempo, ficou em segundo plano
no debate educacional: quem cuida de quem cuida?
Professor, auxiliar, gestor e demais
profissionais da educação também enfrentam diariamente pressão, sobrecarga e
desgaste emocional. E foi justamente essa realidade que a Secretaria Municipal
de Educação colocou em discussão durante as ações do Setembro Amarelo.
Não foi apenas uma palestra
Por meio das psicólogas Maria Lara
de Sousa e Érica Barreto, a Secretaria de Educação levou para profissionais das
escolas da zona urbana e rural momentos de escuta, rodas de conversa e
orientação sobre exaustão mental, autocuidado e saúde emocional.
A proposta chama atenção porque não
ficou restrita aos estudantes.
A gestão também voltou o olhar para os
profissionais que estão na linha de frente da educação e que, muitas vezes,
precisam lidar diariamente com situações complexas dentro e fora da sala de
aula.
E aqui está um ponto que merece ser
observado: não existe educação de qualidade apenas com estrutura física,
material didático ou calendário escolar. Existe também uma dimensão humana que
precisa ser cuidada.
Crianças atípicas também estão no
centro das ações
Outro aspecto da política educacional do município é o acompanhamento de crianças atípicas, com atuação destes profissionais de psicologia vinculados à Secretaria Municipal de Educação. Existe uma atuação própria dentro da estrutura da educação municipal, buscando oferecer suporte aos estudantes e às famílias e contribuir para uma escola mais preparada para lidar com diferentes necessidades.
A política que não aparece apenas na
fotografia
O desafio de qualquer gestão pública é
fazer com que ações de governo ultrapassem a fotografia de uma campanha e se
transformem em rotina administrativa.
É justamente nesse ponto que a experiência de Pendências merece ser acompanhada. O Setembro Amarelo pode terminar no calendário, mas a discussão sobre saúde mental, autocuidado e acolhimento precisa continuar durante todo o ano.
Porque, no final das contas, uma escola não é formada apenas por paredes, carteiras e professores diante de uma lousa. É formada por pessoas. E cuidar dessas pessoas também é fazer política pública de educação.
Portanto
Em Pendências, a gestão da prefeita Dra.
Lays procura imprimir essa visão: uma educação que não olha somente para
o aluno que precisa aprender, mas também para o profissional que precisa estar
emocionalmente preparado para ensinar.
Esse talvez seja um dos sinais dos
novos tempos que a atual gestão pretende imprimir na educação municipal: menos
distância, mais escuta; menos formalidade, mais acolhimento; e uma educação que
entende que cuidar também faz parte do processo de ensinar.
| Escola estadual monsenhor Honório; trabalho sendo realizado com todas as escolas do municipio |
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