sábado, 3 de outubro de 2026

“Tá pra nascer um político em Macau que goste de movimento como o ex-prefeito FV”, destaca comerciante salineiro

 

FV leva banderaçao ás ruas de Macau em plen sábado, vespera de eleição

Na véspera da eleição, o ex-prefeito FV mostrou mais uma vez que campanha política, para ele, é coisa para se viver na rua. Reuniu correligionários, colocou a bandeira na mão e foi para as ruas de Macau encarar o sol forte de um sábado, levando sua movimentação política para perto do eleitor.

A cena chamou atenção justamente pelo estilo do líder salineiro: movimento, presença e disposição. FV não ficou apenas nos bastidores. Foi para as ruas conversar, mobilizar e, principalmente, mostrar que ainda mantém disposição para participar ativamente das disputas políticas da cidade.

Segundo o próprio líder salineiro, a movimentação tinha um objetivo claro: chamar a atenção dos eleitores do Time de Lula para a concentração marcada para a noite, na entrada da praia, nas proximidades dos bares de Itamar e Júnior, às 19h30.

A proposta, segundo FV, seria promover um verdadeiro duelo pacífico de camisas, colocando frente a frente as cores vermelhas dos apoiadores de Lula e o azul dos defensores de Bolsonaro.

A marca de FV

Na política de Macau, FV construiu uma imagem de liderança que gosta de participar diretamente das campanhas. Quando entra em uma disputa, faz questão de estar presente, mobilizar seus aliados e ocupar as ruas.

É aquele tipo de liderança que não costuma assistir à campanha de longe. Vai para o meio do povo, participa das movimentações e procura transformar apoio político em presença nas ruas.

E talvez esteja justamente aí uma das características que fazem FV manter espaço no cenário político salineiro: ele gosta do contato direto com o eleitor e de sentir a temperatura da política nas ruas.

Na véspera da eleição, enquanto muitos preferem esperar o resultado das urnas, FV resolveu fazer o que parece gostar de fazer há muito tempo: botar o bloco na rua e mostrar força política.

No fim das contas, fica uma pergunta que certamente será respondida pelas ruas e, depois, pelas urnas: quem vai conseguir reunir mais gente no duelo pacífico de camisas — o vermelho do Time de Lula ou o azul dos defensores de Bolsonaro?