A disputa pelo Governo do Rio Grande
do Norte chega ao último fim de semana antes da eleição deste domingo (4) com
um cenário diferente daquele apresentado no início do primeiro turno.
Ao longo da campanha, os candidatos
percorreram o estado, participaram de debates e apresentaram propostas para
áreas consideradas estratégicas, como saúde, segurança pública, educação,
infraestrutura, geração de emprego, turismo e desenvolvimento econômico.
Na reta final, a disputa também ganhou
novos contornos com a retirada de duas candidaturas. Rodrigo de Bolsonaro
(Agir) desistiu da disputa e declarou apoio a Álvaro Dias (PL).
Posteriormente, o diretório estadual do PSOL decidiu retirar a candidatura de Robério
Paulino e apoiar Cadu de Lula (PT).
Com essas mudanças, sete candidaturas
chegam ao último sábado de campanha na disputa pelo comando do Executivo
estadual.
Os temas que marcaram a campanha
Entre os assuntos que estiveram no
centro dos debates e confrontos eleitorais estão a situação da saúde pública, a
gestão do Hospital Walfredo Gurgel, segurança pública e sistema penitenciário,
educação e escolas em tempo integral.
Também ganharam espaço a obra de
engorda da Praia de Ponta Negra, a chamada Operação Mederi, a proposta de uma
terceira ponte em Natal, infraestrutura, mobilidade urbana e grandes obras.
O modelo de licenciamento ambiental do
Idema, o combate às facções criminosas, a violência contra a mulher, geração de
emprego e renda, empreendedorismo, turismo e meio ambiente também fizeram parte
da agenda dos candidatos.
Na área econômica e administrativa, a
situação financeira do Estado, o pagamento dos servidores públicos, empréstimos
consignados, agricultura, recursos hídricos, habitação e assistência social
estiveram entre os assuntos discutidos.
A disputa presidencial e as alianças
políticas também ganharam peso na campanha, assim como as avaliações e críticas
feitas pelos candidatos em relação às gestões anteriores.
Agora, com a campanha chegando às
últimas horas, o eleitor potiguar se prepara para decidir, nas urnas, quem
comandará o Rio Grande do Norte pelos próximos quatro anos.
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