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| Que essa reflexão seja inserida em varias cidades da região costa branca salineira |
Para quem está utilizando o atual
momento político para apoiar determinados projetos estaduais e federais na
terra salineira e, possivelmente, pretende transformar o resultado das urnas em
2026 em trampolim para a eleição municipal de 2028, será preciso ralar
bastante para alcançar esse objetivo.
E por quê?
Porque o eleitor já começa a
demonstrar insatisfação com o comportamento de determinadas lideranças
políticas da cidade. Em muitos casos, o eleitor é lembrado, procurado e
valorizado quando interessa ao projeto político. Passada a eleição, porém, o
abandono chega com a mesma velocidade com que essas lideranças chegaram ao
poder.
É um verdadeiro jogo de interesses e
de empurra-empurra.
Durante a campanha, o eleitor é a
principal peça da engrenagem. Depois da apuração, muitas vezes passa a ser
apenas um número esquecido.
Nesse cenário
Fica um recado claro
para as lideranças salineiras que estão arregimentando votos para nomes que
sequer possuem uma história política construída em Macau: voto conquistado
para uma eleição estadual ou federal não significa, automaticamente,
transferência de votos para uma eleição municipal.
A realidade política municipal é
outra.
Em 2028, o eleitor vai avaliar quem
esteve presente, quem cumpriu compromissos, quem participou efetivamente da
vida da cidade e, principalmente, quem enxergou Macau para além do período
eleitoral.
Portanto
Quem imagina que uma boa
votação em 2026 será suficiente para abrir caminho até a Prefeitura de Macau em
2028 pode estar fazendo uma conta perigosa.
Entre arregimentar votos para
terceiros e conquistar a confiança do eleitor salineiro existe uma distância
considerável.
E essa distância pode ser justamente o
maior desafio para quem já está pensando em 2028.
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