Após receber denúncias de moradores de
Macau que trafegam diariamente pela rodovia que liga a cidade à Praia de
Camapum, relatando o desgaste precoce da malha viária recentemente concluída,
especialmente no trecho de acesso à empresa Salinor, fui verificar a situação
de perto.
No local, foi possível constatar um
desnível no asfalto justamente na ligação com o trecho que segue até a portaria
da empresa. A área já apresenta sinais de desgaste, consequência do intenso
fluxo diário de carretas e veículos pesados que utilizam o acesso.
O detalhe
A Salinor, uma das principais
beneficiadas pela obra de pavimentação realizada pelo Governo do Rio Grande do
Norte em entendimento com a gestão municipal de Macau, deveria assumir a
responsabilidade pela manutenção do trecho que liga a rodovia até sua portaria.
Trata-se de uma extensão inferior a um quilômetro.
Considerando o porte da empresa e sua
expressiva arrecadação anual, o investimento necessário para recuperar e manter
esse trecho representaria um custo relativamente pequeno, especialmente diante
dos benefícios logísticos que a obra proporciona às suas operações.
Afinal
Não se trata de um favor da empresa ao
município de Macau, mas de uma demonstração de responsabilidade social e de
compromisso com a infraestrutura utilizada diariamente por seus próprios
veículos e pela população.
É justo que quem mais utiliza e se
beneficia desse acesso também contribua para sua conservação. A manutenção
preventiva evitaria problemas maiores no futuro, reduziria gastos com novas
intervenções e garantiria mais segurança para motoristas, motociclistas e
demais usuários da via e, sobretudo, aos seus trabalhadores.
Fica a interrogação: a Salinor
pretende aguardar que o problema aumente ou irá demonstrar sensibilidade e
assumir a recuperação do trecho que dá acesso às suas instalações?
A população certamente espera uma
resposta.
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Aqui se apresenta como o inicio da deterioração: O desnível da parte asfáltica com a malacacheta da estrada da empresa Salinor é visível



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