segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Agripino fecha a porta e avisa: União Brasil no RN não é brinquedo de laboratório político

 


Na entrevista concedida ao Jornal da Cidade, o presidente do União Brasil no Rio Grande do Norte, José Agripino Maia, não deixou espaço para interpretações. Falou com a franqueza de quem conhece cada canto da política potiguar — e, principalmente, com a segurança de quem não está disposto a entregar o comando do partido a quem aparece apenas quando convém.

O recado foi direto, ainda que sem citar nomes: o União Brasil tem direção, tem dono político e não está disponível para experimentos. Uma resposta clara às especulações que colocam o senador Styvensson Valentim como possível futuro presidente da sigla no estado.

E vamos ser sinceros: esse movimento que tentam empurrar goela abaixo do eleitor não passa de mais uma tentativa de criar ambiente para um senador que vive entre o “sou contra tudo” e o “não participo de nada”. Styvensson, que não constrói alianças, não dialoga e coleciona desafetos na própria classe política, agora surge como alternativa para comandar um partido estruturado? É pedir demais da lógica.

Agripino apenas verbalizou o óbvio que muitos insistem em ignorar: direção partidária não se entrega na base do “ouvi dizer”. Quem quer cadeira precisa construir caminho, mostrar consistência, ter trajetória. E isso, convenhamos, não é exatamente o forte do senador quando o assunto é articulação.

O União Brasil no RN, pelo que ficou nítido na entrevista, não será palanque improvisado para projetos pessoais nem depósito de vaidades políticas. Se Styvensson quiser disputar espaço, vai ter que fazer o que nunca fez: dialogar, convencer e participar do jogo político de verdade — e não apenas comentar de longe.

Agripino colocou cada peça no seu lugar. A dúvida agora é se o senador entendeu o recado, veja;