O muído começou la pra bandas da
Bahia, mas o movimento já chegou no estado do Pernambuco. Quando o prefeito de
Belo Jardim (PE), Gilvandro Estrela, rasgou o verbo e decretou guerra aos
artistas que cobram altos cachês: “vão tocar no inferno, na minha cidade mesmo
não!”.
Em audiência na Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), nesta
terça-feira (17), o prefeito externou que é um “absurdo” que municípios cheguem
a pagar 1 milhão de reais em apresentações que duram 1h30, quando existem
outras prioridades como educação e saúde.
Orientação
Os prefeitos pernambucanos aprovaram
uma orientação para que todos fixem um valor máximo de pagamento de cachê,
fixado em até R$ 350 mil. A ideia é barrar os preços astronômicos cobrados
pelas bandas, e o aumento exorbitante dos cachês de um ano para outro.
O detalhe
A regra tem sua exceção e poderá ser
justificada judicialmente no caso dos municípios com maior renda ou cujas
festas forem patrocinadas pela iniciativa privada. Agora resta saber se este mvimento se estenderá ao estad da PB e do RN.
Vamos aguardar...


