Enquanto em diversos municípios do Rio
Grande do Norte a população levanta dúvidas sobre a qualidade do pescado
distribuído na Semana Santa, em Macau o cenário foi completamente diferente — e
isso diz muito sobre quem questiona.
Na cidade salineira
O peixe virou motivo de elogios. Não apenas pela qualidade, mas principalmente pela abrangência da ação, que alcançou um número expressivo de famílias e, sobretudo, pela quantidade distribuída na ordem de 15 toneladas.
Narrativa equivocada
O que
deveria ser reconhecido como uma política pública eficiente na cidade de Macau, acabou sendo alvo
de questionamentos de oposicionistas pelo volume de pessoas atendidas.
A crítica, nesse caso
Revelou mais
sobre quem questiona do que sobre a própria ação. Em vez de apontar falhas
concretas, parte da oposição parece incomodada com o alcance social da
iniciativa — uma inversão de valores que não passa despercebida pela população salineira.
Por fim, o contraste é
claro: onde falta qualidade, sobram críticas justificáveis. Onde há resultado e
aprovação popular, tentar desmerecer pode sair pela culatra.
Em Macau, o peixe não foi problema.
Foi solução — e isso, para alguns, parece incomodar de maneira clara e óbvia.


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