Depois de mais de uma década
convivendo com alagamentos, moradores da Ilha de Santana, em Macau, começam a
ver uma movimentação concreta do poder público — com apenas 1 ano e 4 meses de gestão.
O problema não é novo
Há cerca de 14 anos, o crescimento
acelerado e sem planejamento do bairro, impulsionado por melhorias de acesso em
gestões passadas, avançou sem o básico: drenagem, nivelamento do solo e
fiscalização adequada. O resultado está aí — ruas que viraram pontos crônicos
de alagamento e moradores que convivem diariamente com prejuízos e riscos.
“Entrou prefeito, saiu prefeito e nada
foi feito”, resume Elias, morador da rua São Matheus, uma das mais afetadas. E
não é um caso isolado. Pelo menos 20 ruas enfrentam a mesma realidade.
Portanto
Enxergando o sofrimento destas familias,
a prefeita Flávia Veras autorizou a Secretaria de Infraestrutura a iniciar um
estudo topográfico na região. A equipe, liderada pelo secretário Ubiratam
Bezerra, esteve no local nesta segunda-feira (05), acompanhada do engenheiro
Francimário Avelino e do vereador Zé Maria que fiscalizava a visita técnica.
O diagnóstico técnico já aponta o
óbvio que faltou no passado: casas construídas abaixo do nível da rua, ausência
de terraplenagem e falhas na fiscalização. Um cenário que, na prática, empurrou
o problema para os moradores.
Agora então
A promessa é de que o estudo sirva
como base para uma solução definitiva — e não mais paliativa. Depois de 14 anos
de omissão acumulada, a resposta que se apresenta tem um significado claro diante
das dificuldades diárias de cada família que por lá residem; resolver a questão
de maneira definitiva.



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