segunda-feira, 2 de junho de 2025

A política do ódio e do medo fazendo escola em Macau

 

Leia: Atualizar-se sempre bom;  abre portas e caminhos

Na manha de hoje publiquei em meu blog uma postagem que abordava o comportamento de alguns pseudos moralistas da terra salineira no que diz respeito à postura política local na última eleição. Para minha surpresa e, de certo modo, decepção,  o conteúdo foi completamente desvirtuado. 

O que era uma análise crítica fundamentada do que vi, ouvi e passei acabou sendo interpretado (ou deliberadamente distorcido) por certos setores como uma questão de insatisfação política pessoal, muito pelo contrário.

O X da questão

Não sei se essa reação de determinados setores midiáticos partiu de uma má interpretação intencional, de ódio direcionado aos meus conteúdos ou da velha desinformação proposital — essa prática tão comum de quem se recusa a atualizar seus conceitos, preferindo propagar um posicionamento vazio e raivoso que possa incomodar possíveis desafetos.

Nos parece que a política do medo e do ódio tem feito escola em Macau. E, infelizmente, alguns ainda insistem em defender interesses próprios travestidos de moralidade pública, tentando silenciar vozes que apenas buscam o debate honesto e construtivo. Pois não uso minha página para praticar ódio contra ninguém.

Por fim

O que mais preocupa, nesse caso especifico, é o ambiente que esse tipo de comportamento ajuda a consolidar: um cenário onde o contraditório é visto como ameaça, e não como oportunidade de amadurecimento coletivo. Ao invés do diálogo, opta-se pelo ataque pessoal. Ao invés da escuta, pela intimidação e desinformação.

Esse clima tóxico afasta os cidadãos salineiros do debate politico/público e perpetua a mediocridade na politica salineira, onde o interesse comum é sempre deixado de lado em nome de narrativas vazias e, sobretudo, descontextualizada propositadamente com fins pessoais de atingir supostos desafetos .

Concluo o assunto lembrando de musica cantada por Vicente Nery: “ E deixe , deixe falar para me derrubar não é fácil não, sou forte guerreiro eu tenho meu povo e minha nação( meus leitores).  Deixe , deixe falar não vou me calar, na minha voz(blog) mando eu, faça sua parte, tô fazendo a minha e por nós já tem Deus.”