Se o termômetro for o Carnaval, o
ex-prefeito de Assú, Gustavo Soares deixou claro que não está fora do
jogo — muito pelo contrário.
Durante o período momesco, marcou
presença diária em seu principal reduto, Assu, mas não se limitou às
fronteiras locais. Circulou por polos estratégicos como Apodi, São
Rafael, Tibau do Sul, Goianinha, Caicó e Itajá.
Não foi apenas visita protocolar: participou de arrastões, entrou no clima
popular e esteve no meio do povo.
Na política, presença não é detalhe —
é estratégia. Quem pretende disputar espaço em 2026 precisa mostrar
capilaridade, diálogo e disposição para ocupar territórios além do próprio
reduto. E o Carnaval, no Nordeste, é vitrine política tanto quanto festa popular.
Ao agir como folião sem mandato,
Gustavo reforça uma imagem: a de liderança que busca manter vínculo direto com
a população, mesmo fora do poder. Isso pode ser interpretado como construção de
base, articulação silenciosa e consolidação de alianças.
Se na política 2026 já começou, pelo
menos nos bastidores e na folia, Dr Gustavo vem correndo na frente.



