quinta-feira, 31 de julho de 2025

Sal potiguar na mira dos EUA: Taxação pode afundar economia salineira do RN

 


Com a taxação americana o produtor brasileiro, neste caso precisamente o trabalhador potiguar,  pagará o preço por uma briga política que busca beneficiar apenas os interesses da família Bolsonaro.

Na mira do presidente americano, o sal marinho do Rio Grande do Norte está sofrendo taxação pesada imposta pelos Estados Unidos.

O RN é responsável por cerca de 95% do sal produzido no Brasil, com destaque para cidades como Macau, Mossoró, Areia Branca e Grossos. Com essa medida dos EUA, as exportações estão ameaçadas, o que significa:

  • Menos divisas entrando;
  • Salinas correndo risco de fechar;
  • Desemprego batendo à porta de milhares de famílias que dependem diretamente da atividade salineira, principalmente na cidade salineira de Macau.

Essa é mais uma prova de como o Brasil precisa acordar: não basta ser parceiro comercial, tem que ter soberania para defender o que é seu.

A taxação do sal potiguar não é só uma questão econômica. É uma questão de respeito internacional, de geração de emprego e de sobrevivência para o povo do RN.

Se não houver reação rápida, o que teremos será um colapso anunciado em uma das atividades mais tradicionais e estratégicas do Nordeste brasileiro.