Com a taxação americana o produtor
brasileiro, neste caso precisamente o trabalhador potiguar, pagará o preço por uma briga política que busca
beneficiar apenas os interesses da família Bolsonaro.
Na mira do presidente americano, o sal
marinho do Rio Grande do Norte está sofrendo taxação pesada imposta
pelos Estados Unidos.
O RN é responsável por cerca de 95%
do sal produzido no Brasil, com destaque para cidades como Macau, Mossoró, Areia
Branca e Grossos. Com essa medida dos EUA, as exportações estão ameaçadas,
o que significa:
- Menos
divisas entrando;
- Salinas
correndo risco de fechar;
- Desemprego batendo à porta de milhares de
famílias que dependem diretamente da atividade salineira, principalmente na cidade salineira de Macau.
Essa é mais uma prova de como o Brasil
precisa acordar: não basta ser parceiro comercial, tem que ter soberania
para defender o que é seu.
A taxação do sal potiguar não é só uma
questão econômica. É uma questão de respeito internacional, de geração de
emprego e de sobrevivência para o povo do RN.
Se não houver reação rápida, o que
teremos será um colapso anunciado em uma das atividades mais tradicionais e
estratégicas do Nordeste brasileiro.

