quinta-feira, 22 de maio de 2025

Política do ódio não reconstrói Macau — só atrasa o que já começou a mudar

 


A cidade salineira de Macau vive um momento de virada. Depois de anos de estagnação, a cidade das salinas está tentando se reencontrar com o progresso. A nova gestão da prefeita Flavinha, eleita com o desejo claro de mudança, vem enfrentando os desafios de frente, propondo novos caminhos e buscando avanços concretos. Mas nem todo mundo parece disposto a deixar a cidade seguir em frente.

Veja bem

Desde que perdeu as últimas eleições, um grupo da oposição tem se dedicado a um único projeto: atacar a gestão e a gestora de todas as formas. Em vez de exercer uma oposição crítica e construtiva, que fiscaliza com responsabilidade, parte desse grupo tem escolhido o caminho mais raso e perigoso; o da política do ódio.

Então

São agressões constantes nas redes sociais e nos meios de comunicação da cidade, ofensas pessoais, fake news e, o pior de tudo, a criação de perfis falsos usados para espalhar mentiras e confundir a população. Essa prática não apenas desrespeita quem foi eleito, mas desrespeita toda a cidade. É uma tentativa desesperada de manter viva uma influência política que o povo já rejeitou nas urnas.

Fato

A política de verdade não se faz com ataques, mas com propostas. Não se faz com perfis anônimos, mas com coragem para debater de frente. Quem diz amar Macau precisa mostrar isso com ações que ajudem a cidade a crescer — mesmo que esteja fora do poder.

Pois bem

Ninguém está dizendo que a nova gestão não deve ser cobrada. Deve, sim. É assim que se melhora. Mas a crítica precisa vir com responsabilidade. O que vemos hoje, em muitos casos, é pura sabotagem disfarçada de “opinião”. E isso não ajuda ninguém — apenas atrasa este município já tão desgastado e sofrido.

Por fim

A população de Macau está cansada de briga política sem conteúdo. Quer, sobretudo,  saúde funcionando, escola de qualidade, emprego, infraestrutura e respeito. A cidade quer ver resultado, não barulho.

A política do ódio já teve sua chance — e fracassou. Agora é hora de deixar Macau caminhar, sem retrocesso, sem ruído e com foco no que realmente importa: a vida dos macauenses.