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| Suplente de vereador vai seguir com Gustavo Carvalho |
As recentes movimentações políticas
dentro do grupo liderado pelo ex-prefeito Zé Antônio têm provocado uma pergunta
inevitável nos bastidores de Macau: quem, de fato, está conduzindo os rumos
eleitorais dessa base?
O questionamento ganha força à medida
que lideranças com peso eleitoral começam a sinalizar apoio a nomes diferentes
para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, destoando da posição
oficial do ex-prefeito, que já declarou apoio à reeleição de Taveira Júnior.
O caso mais recente envolve Raimundo Oliveira, conhecido como “Piroca”, que somou 457 votos e passa a integrar esse movimento de distanciamento. E não se trata de um caso isolado — o que acende um alerta político evidente.
Um histórico que alimenta a
desconfiança
A memória recente reforça o clima de
incerteza. Em eleição passada, o deputado George Soares chegou a ser tratado
como nome certo para receber o apoio de Zé Antônio.
No entanto, de forma inesperada, o
apoio acabou sendo direcionado para Ezequiel Ferreira — sem uma explicação
pública clara.
O episódio deixou uma marca: a
imprevisibilidade nas decisões políticas do grupo. E fica a pergunta: Zé irá até o final com Taveira Júnior?
Por outro lado, o que está por trás desses movimentos?
Na política, quando cada aliado aponta
para um lado, o comando deixa de ser unificado ou cada movimento tem um propósito particular.
O risco político
Se esse cenário se mantiver, o grupo
tende a sair enfraquecido. Votos pulverizados, especialmente em bases locais
fortes, quase sempre resultam em perda de influência.
Em Macau, onde cada liderança
representa um capital eleitoral relevante, essa divisão pode custar caro.
Depois do comportamento, formas e práticas identificadas, fica pergunta.
Mais do que saber quem está por trás dessas movimentações, a dúvida central é outra: quem, de fato, ainda está no comando do grupo do ex-prefeito salineiro?


