A política da conveniência de Robinson
Faria é velha conhecida. O deputado some quando o povo precisa, mas aparece
quando ele precisa do povo. É a receita clássica do político que vive de “foto,
pose e promessa”.
Fui atrás de registros de visitas dele
a Assú nos últimos anos. Resultado? Nada. Nem sombra. Nenhum gesto, nenhuma
presença, nenhum interesse real. Mas, quando o calendário eleitoral vira,
Robinson brota do chão como mágica — de repente vira o “amigo” da cidade.
E a pergunta é inevitável: ainda tem
eleitor que cai nesse teatro barato?


