Nos últimos dias, alguns agentes
culturais de Macau têm usado as redes sociais para lançar indiretas, insinuando
que a atual gestão não tem um olhar atento para a cultura do município.
No entanto, ao levantar informações
sobre os investimentos realizados ao longo dos nove primeiros meses de
gestão, os números apontam para uma realidade bem diferente: a cultura
local se mostra ativa, acessível e fortalecida.
De acordo com o secretário adjunto de Cultura, Randerson Kennedy, foram aplicados aproximadamente R$ 500 mil em diversas áreas, distribuídos da seguinte forma:
- R$
300 mil no Roçado
de São Pedro;
- R$
50 mil nas Caravanas
Culturais;
- R$
30 mil no apoio
às quadrilhas juninas;
- R$
40 mil no apoio as escolas
de samba;
- R$
30 mil no Festival
Mar e Sal Canto para Macau;
- R$
20 mil em
contratações de artistas locais, como o projeto Forró na Feira
e outras ações festivas das comunidades;
- R$
5 mil no apoio à
Feira Literária, projeto inserido na Festa do Sal e que trouxe escritores
de destaque da capital potiguar.
Vale destacar que esses números acima não
incluem os investimentos do Carnaval, uma das maiores expressões da
identidade cultural salineira, que ficou na ordem de R$ 300 mil reais.
Diante disso, causa estranheza a
postura de alguns agentes culturais que, apesar de inseridos e contemplados
nesses projetos, insistem em sustentar nas redes um discurso de falta de apoio.
Afinal, crítica pela crítica não constrói – apenas revela desconexão com a
realidade que os próprios números comprovam.


