A cidade salineira de Macau tem suas
particularidades, especialmente no campo político e socioeducacional, que
muitas vezes causam estranheza pela forma como a insatisfação se manifesta.
Quem acompanha as redes sociais locais já deve ter visto um pouco de tudo:
opiniões, cobranças, denúncias e, em alguns casos, críticas feitas sem qualquer
base sólida.
Em Macau
Virou rotina ver nas redes
sociais críticas que não resistem a uma checagem mínima dos fatos. A cidade,
que já carrega suas particularidades políticas e sociais, acaba sendo palco de
ataques fabricados e disseminados pelo famoso “ouvi dizer”. Neste caso especifico,
destaco; as escolas municipais.
Não faltam postagens inflamadas sobre
a qualidade da merenda e até dos colchonetes utilizados pelas crianças. O
curioso é que, quando se olha de perto, a narrativa desmorona. Na Escola de
Tempo Integral da Ilha de Santana, por exemplo, a merenda servida contempla
arroz, feijão, frango e frutas como melancia — simples, sim, mas suficiente e
adequada para a faixa etária atendida. Os colchonetes, criticados como se
fossem objeto de escândalo, cumprem exatamente a função de garantir conforto no
descanso dos pequenos.
O problema
Não está na
merenda ou no colchonete. Está na forma como setores da política local insistem
em transformar qualquer detalhe em munição de ataque. O que deveria ser uma
discussão séria sobre educação infantil se perde em discursos mal-intencionados,
alimentados pelo rancor de quem perdeu espaço nas urnas.
É preciso deixar claro: crítica séria
exige base, dados e compromisso com a verdade. O que se vê em Macau, no
entanto, é um jogo político rasteiro, que utiliza até as crianças como pretexto
para tentar desmoralizar a gestão atual. Esse tipo de comportamento não
fortalece a democracia nem melhora a educação — apenas expõe a pequenez de quem
prefere o espetáculo vazio à responsabilidade pública.

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