quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Sem fundamentação nas críticas, base politica da gestão de Porto do Mangue esquece que o atual prefeito comandou a cidade por 18 meses

 


Sempre tenho acompanhado de perto a  política provinciana do interior do Rio Grande do Norte — especialmente na região salineira — que tem suas particularidades que beiram o ridículo. O discurso vazio e carregado de ódio virou instrumento para tentar blindar o caos que marca a nova gestão portomanguense.

Pois é

Desde que o nome de Porto do Mangue apareceu na CPMI do INSS, o grupo ligado ao prefeito Faustino tenta de todas as formas mudar o foco dessa realidade. E não é por acaso: todo mundo na cidade sabe da ligação do atual gestor com o presidente da CBPA, Abraão Lincoln

Para encobrir sabe-se lá o quê

Aliados do prefeito vêm tentando criar uma narrativa nas redes sociais de que a citação do município teria sido fruto de uma “orquestração” do grupo do ex-prefeito Sael. Mas essa versão não se sustenta — Porto do Mangue foi citado por supostas provas que mostram uma amizade estreita entre Abraão Lincoln 

e Faustino, tanto no período de campanha quanto depois dela. As imagens publicadas nas redes sociais não deixam dúvidas.

E tem mais

A base governista insiste em repetir que Faustino recebeu uma cidade “destruída e sem recursos”. Mas essa mesma base parece esquecer que o atual prefeito já administrou Porto do Mangue por 18 meses  na mesmo mandato de Sael — quase dois anos.

Então, fica a pergunta: quem destruiu de fato a cidade de Porto  do Mangue?

No fim das contas

Fazer política na região salineira não é só atacar por atacar o adversário. É preciso saber o que se diz — porque, às vezes, a lama que se tenta jogar no outro acaba respingando na própria face de quem a arremessa.

Negar uma amizade que é forte e consistente, que foi de grande valia no momento político, não faz sentido. A não ser que você tenha algo à esconder.