30 de julho de 2020

Crime ambiental não se restringe apenas a mortandade de peixes em Macau


O crime ambiental apresentado pela presidente do conselho municipal da pesca não se refere apenas ao que aconteceu com a mortandade dos peixes nesse local, aqui a fauna é constantemente agredida.

Para Natalhia “ isso tudo passa despercebido aos olhos da lei, não existe uma fiscalização ambiental recorrente, se existisse não estaríamos enxergando esse manguezal completamente sem vida. Dói na alma presenciar uma coisa dessas”.

Já para o município salineiro que criou nos últimos três anos um segmento para cuidar da questão ambiental no habitat , denominado de IMAIS - Instituto de Meio Ambiente, Inovação e Sustentabilidade, estiveram na área que compreende ao ambiente de Macau aonde vem ocorrendo a mortandade de peixes e crustáceos, na ocasião não foi possível detectar as razões do acidente ambiental. Fato que poderá ser identificado por um estudo técnico da água.

 “ Porém, consideramos a hipótese de que o manejo inadequado ou a ausência de controle ambiental das operações na atividade provocaram este dano. É mister ressaltar que além da identificação do dano à fauna local, foi identificado que há uma vasta área de manguezal degrada nas adjacências do canal citado, especialmente caracterizada pela morte dos indivíduos vegetais”. Como disse diretor-técnico do IMAIS, Camilo Vinicius Trindade Silva.



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