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Pensando na escola como peça fundamental na vida social dos jovens da região salineira, apenas Guamaré, Pendências e Alto do Rodrigues já identificaram publicamente o retorno às aulas

 

Imagem ilustrativa

As escolas desempenham um papel fundamental na vida de meninas, meninos e suas famílias. O longo tempo de fechamento da maioria das escolas e o isolamento social têm impactado profundamente a aprendizagem, a saúde mental e a proteção de crianças e adolescentes.

Por isso, é urgente reabri-las em segurança, em todos os lugares em que isso for possível

Na região salineira apenas os municípios de Guamaré, Pendências e Alto do Rodrigues já identificaram publicamente o retorno ao ano letivo de 2021 de forma hibrida ou remota -  Macau até o momento nada externou sobre o retorno às aulas, realidade que causa preocupação pela falta de informação as famílias salineiras.

Sobretudo

Porque Ítalo Dutra, chefe de Educação do UNICEF no Brasil, explica que as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir em qualquer emergência ou crise humanitária. O fechamento das escolas deve ser sempre a última opção. Caso elas tenham que ser fechadas, devem ser as primeiras a reabrir assim que a situação epidemiológica permitir.

Vulnerabilidade

“Aqui no Brasil, a gente fez um levantamento e tem uma estimativa de cerca de 5,5 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 6 e 17 anos, que simplesmente não tiveram acesso à escola em 2020. A exclusão escolar afetou, em especial, as crianças e os adolescentes mais vulneráveis: as meninas e os meninos pretos e pretas, as famílias mais pobres e, em especial, as regiões Norte e Nordeste, que têm indicadores de educação mais frágeis. É por isso que a gente precisa reabrir as escolas com o máximo de segurança possível. Elas desempenham um papel fundamental na vida desses meninos e meninas, e nas suas famílias. E elas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir, em qualquer emergência humanitária”, avalia Ítalo Dutra, chefe de Educação do UNICEF no Brasil



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