7 de setembro de 2020

Entenda a situação: Pré-candidatura de Zé Antonio segue de vento em popa dentro da legalidade da lei, mesmo quando seus adversários insinuam que não

 


Na política salineira o que mais se ver são os aliados de políticos que não tem votos sorrindo para que o seu adversário se ferre. Tratando-se de política pode ser algo normal, mas só configura - no meu pouco entendimento -  que os tais aliados 'sorridentes' destes  políticos dão uma demonstração clara que seus lideres são fracos e não possuem votos suficientes para tentar participar de uma eleição de forma digna e com respeito público ao seu semelhante.

Veja bem

Não tenho procuração para defender interesses políticos do médico Zé Antonio - mas para que vocês compreendam essa decisão que se encontra nas mãos dos adversários de Zé Antônio fazendo festa e soltando fogos em Macau -  eu fui buscar opiniões de juristas sobre o assunto.

Portanto

O médico salineiro havia entrado no TCE para retirar o nome dele da lista, essa decisão de hoje retirou de dois processos. O que faltou foi o processo que a liminar da justiça resolveu recentemente, lembram?....

Para ser mais claro

Zé Antônio realizou 2 pedidos; um no TCE e outro ao judiciário.

No TCE foi pedido para retirar o nome de Zé da lista – existiam 3 processos, os adversários de Zé sabem disso - nessa decisão de hoje o TCE retirou o nome de Zé de 2 processos.

Mas Zé entrou na justiça pedindo para retirar o outro que faltava... e a juíza – como vocês devem se lembrar - concedeu a liminar retirando o último que faltava no nome de Zé.

Por fim

Para comprovar o que repasso apresento-lhes o número do processo da justiça que é ; 080011255-41.2020.8.20.5105, que obteve liminar suspendendo o processo número 012703/2002-TC.  Esse número do tribunal de contas, refere-se ao único processo que ainda constava contra Zé na lista do TCE.

A festa para os adversários de Zé não durou 50 minutos.


Um comentário:

  1. Em se tratando dele ter conseguido retirar o nome da lista via "liminar" como a própria matéria diz, não há possibilidade dessa decisão se reverter?

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