17 de junho de 2020

Presidente da CM de Porto do Mangue faz LIVE questionando matéria sobre situação dos médicos sem revalida e diz que " o objetivo da difamação do município era de cunho político"



O prefeito Sael de Porto do Mangue não está só nessa luta para demonstrar que a contratação da empresa que presta serviço ao município com médicos sem o REVALIDA não é responsabilidade direta do gestor. 

Pois a empresa ao ganhar o certame apresentou toda documentação legal a gestão municipal. " Que me provem o contrário a responsabilidade direta da contratação dos médicos sem o REVALIDA é da empresa ", destacou Juscelino Gregório, presidente do legislativo de Porto do Mangue.

O vereador presidente da instituição ainda argumentou sobre a legalidade da empresa, sobre o responsável da empresa que havia sido secretário do município dizendo “ qual o crime de uma pessoa ter sido secretário de um município e constituir uma empresa para prestação de serviços em qualquer prefeitura? Tenho certeza que não existe empecilho algum, mesmo ele sendo amigo do gestor, ou não. O importante é prestar o serviço com qualidade”.

Juscelino Gregório ainda questiona qual era o objetivo da matéria que não foi bem contextualizada para se compreender a denúncia, pois segundo o vereador " não ficou configurado – e nem a matéria confirma - Se houve superfaturamento, se houve fraude na licitação, ou se a licitação ocorreu de forma irregular, se houve participação do prefeito, destaco que nada disso foi comprovado e nem falado na matéria."

Conclusão do vereador

O vereador também deixou claro em sua live que “ ficou evidente que o objetivo da difamação do município era de cunho político. Além de ter o propósito de colocar duvidas no povo de Porto do Mangue, pode ter certeza disso. Pois a realidade era manipular em benefício próprio a opinião do nosso povo. Apenas isso. Mas quem for o responsável deve ser punido, como aconteceu com os médicos e com a rescisão de contrato com a empresa. O gestor quando descobriu tomou as medidas cabiveis. Agora querer fazer política de forma irresponsável para se beneficiar eu não concordo.”


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