19 de outubro de 2018

MPF denuncia vereador de Campo Redondo por desvio de R$ 737 mil, ação que cria expectativa em Macau

Postado por Irineu Cândido


Irregularidade ocorreu em 2012, quando Carlinhos da Apami era prefeito e deixou de pagar salários de professores e de funcionários municipais

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma denúncia contra o vereador de Campo Redondo (RN) Carlos Roberto Lucena Barbosa. O réu, também conhecido como Carlinhos da Apami, ocupou o cargo de prefeito da cidade entre 2009 e 2012 e desviou verbas públicas federais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) correspondentes a mais de R$ 737 mil. O dinheiro deveria ter sido usado para pagar trabalhadores da educação municipal.

No fim do ano de 2012, Carlinhos não pagou os salários dos professores de Campo Redondo referentes aos meses de novembro, dezembro e o 13º. Mesmo recebendo regularmente os recursos do Fundeb, o então prefeito também não realizou o pagamento de dezembro e 13º dos demais funcionários da educação da cidade.

O acusado alegou que os repasses sofriam com atrasos e não eram suficientes para fechar a folha de pagamento, mas as investigações apontaram que o dinheiro do fundo chegou à prefeitura regularmente naquele ano. Como primeira irregularidade, o ex-prefeito depositava as quantias em uma conta “genérica” do governo municipal, quando todo o valor deveria estar em uma conta específica do Fundeb.

A ação do MPF é de autoria do procurador da República Fernando Rocha e revela que Carlos Roberto não comprovou o destino de R$ 402.268,11 que foram sacados dessa conta. Ao mesmo tempo, outros R$ 335.008,75 foram transferidos ilegalmente para outras contas da própria prefeitura.

Portanto

Esta mesma situação aconteceu em Macau na gestão TLemos no ano de 2017, mas até agora nada foi denunciado pois encontra-se em fase de procedimentos. Por se tratar de fatos idênticos na má gestão do dinheiro do FUNDEB, tendo como base esta denuncia do MPF podemos dizer que o prefeito salineiro logo, logo será cobrado por atos na péssima condução do dinheiro do FUNDEB.